
Em alusão ao mês de Março, período em que celebramos a força, a resiliência e a coragem da mulher angolana, a Revista Lux entrevistou a duas jovens inspiradoras, protagonistas de um verdadeiro movimento sociocultural em ascensão.

Conversámos com Jessi Madalena, embaixadora do turismo de Angola, e Kátia Santiago, amante gastronómica em destaque nas redes sociais, sobre a sua contribuição para a construção da identidade feminina angolana.


Durante a conversa, quando questionadas sobre o que significa ser mulher angolana nos dias de hoje, ambas reflectiram sobre o equilíbrio entre tradição e modernidade. Kátia Santiago destacou que ser mulher angolana é conciliar a herança cultural com os desafios contemporâneos: cuidar da família, cozinhar e educar, mas também estudar, empreender e liderar, dimensões que complementam-se e uma não anula a outra. Jessi, por sua vez, sublinhou a importância de carregar a força das mães e avós, ocupar espaços com confiança, sonhar alto e transformar realidades, sem perder a essência e a sensibilidade.

Relativamente aos maiores desafios enfrentados enquanto mulheres em destaque, ambas referiram as críticas e os julgamentos. Kátia revelou que lidar com a desaprovação em relação ao seu trabalho foi difícil, mas o apoio da comunidade nas redes sociais deu-lhe força para continuar.

Jessi afirmou ter enfrentado desafios semelhantes, superando-os através do fortalecimento da sua identidade e da fidelidade aos seus valores. Para ambas, a mulher angolana é sinónimo de resiliência, criatividade, determinação e capacidade de adaptação, aliadas à alegria, elegância e compromisso com a família, uma combinação de força e delicadeza que transforma desafios em oportunidades.

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